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Campo Grande,11/07/2026

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Vizinho é preso após mulher denunciar estupro dentro de quitinete em MS

correiodoestado.com.br
Vizinho é preso após mulher denunciar estupro dentro de quitinete em MS

Uma mulher de 53 anos denunciou ter sido vítima de estupro dentro da própria residência na tarde desta quinta-feira (9), em Dourados, município localizado a cerca de 230 quilômetros de Campo Grande.

O suspeito, um homem de 47 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar poucas horas após o crime e encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde permaneceu à disposição da Justiça.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima estava sozinha em casa, em um conjunto de quitinetes localizado na Rua Guanabara, na Vila São Francisco, quando foi surpreendida pelo vizinho.

Conforme o relato prestado à polícia, o homem bateu à porta e, ao ser atendido, passou a insistir para que os dois mantivessem relações sexuais.

Mesmo diante das sucessivas negativas da mulher, o suspeito teria forçado a entrada no imóvel. Segundo a denúncia, ele retirou as roupas da vítima e praticou o estupro.

Após a violência, a mulher permaneceu no local e aguardou o retorno do companheiro, que estava trabalhando. Assim que ele chegou à residência, ela contou o que havia acontecido e os dois acionaram a Polícia Militar.

As equipes se deslocaram até o endereço e encontraram o suspeito na quitinete vizinha à da vítima. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Depac para os procedimentos legais.

Ainda conforme o registro policial, a vítima informou que o crime ocorreu por volta das 16h. No entanto, o acionamento da polícia aconteceu apenas no início da noite, depois que o companheiro retornou do trabalho.

O caso foi registrado como estupro e será investigado pela Polícia Civil, que deverá colher novos depoimentos, analisar eventuais provas periciais e esclarecer todas as circunstâncias do crime.

Pela legislação brasileira, o crime de estupro é previsto no artigo 213 do Código Penal e consiste em constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso sem consentimento.

A pena pode variar de seis a dez anos de reclusão, podendo ser aumentada conforme as circunstâncias apuradas durante a investigação.




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