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Campo Grande,26/02/2026

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O GRITO DE SOCORRO DO ESPORTE: A GESTÃO QUE ESTÁ SUFOCANDO O FUTURO DE NOSSOS JOVENS

Incompetência ou negligência? O abismo entre a excelência estadual e o retrocesso municipal que está matando competições e esvaziando a rede hoteleira.


O GRITO DE SOCORRO DO ESPORTE: A GESTÃO QUE ESTÁ SUFOCANDO O FUTURO DE NOSSOS JOVENS

O suor no rosto de um jovem atleta e o apito final de uma partida amadora estão sendo substituídos pelo silêncio fúnebre das quadras vazias. O que deveria ser um celeiro de talentos e saúde transformou-se em um cenário de descaso. O alerta vermelho foi aceso pelo Professor Riverton, que não suporta mais ver o esporte municipal de Campo Grande ser conduzido ao abatedouro por uma gestão, no mínimo, questionável.


Imagine um pai de família que busca no basquete ou no futebol de salão um refúgio para o filho longe das ruas. Ao chegar na quadra pública, a surpresa amarga: taxas, burocracia e um balde de água fria. O Professor Riverton, que vive o chão da quadra, relata um fenômeno triste: a "editalidade" que mata o amadorismo.

As federações de handebol, basquete e futebol não são multinacionais em busca de lucro; são associações que promovem saúde, disciplina e política pública. No entanto, a atual secretaria parece enxergar o esporte apenas como uma planilha de custos, ignorando o impacto vital no bem-estar social e na economia local, como a rede hoteleira que deixa de lucrar com a ausência de grandes competições.

"Se a gente coloca alguém que não entende, que não tem a sensibilidade do esporte, nós não vamos avançar. Estão terminando de matar o esporte amador!" – desabafa Riverton.

Prova Social: O Contraste de Quem Sabe Fazer

Não precisamos ir longe para ver que o sucesso é possível. Enquanto o esporte municipal agoniza, o trabalho de excelência de Marcelo Miranda no esporte estadual serve como o espelho do que Campo Grande merece. Miranda conhece a dor do professor e a esperança do aluno. O resultado? Resultados reais, competições pulsantes e um estado que respira esporte. Por que a prefeitura se recusa a seguir o exemplo de quem entende do riscado?

Estamos perdendo nossos talentos. Cada dia de inércia é um atleta a menos e um jovem a mais vulnerável.

O clamor vem de um profissional da área, alguém que domina a ciência do movimento e a realidade das comunidades.

O esporte é o coração da cidade. Se o coração para, o corpo social adoece.



Não podemos aceitar que a ignorância técnica sepulte o futuro das nossas crianças. É necessária uma sensibilidade que a atual administração parece desconhecer. Precisamos de gente que entenda de gente, de bola e de superação.

VOCÊ VAI FICAR PARADO ASSISTINDO AO FIM DO NOSSO ESPORTE?





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